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A História do Rei Arthur e seus Cavaleiros

por Howard Pyle

Em 1903, Howard Pyle — o maior ilustrador americano de sua geração — abriu os quatro volumes que consumiriam os últimos sete anos de sua vida com estas palavras: 'Nos tempos antigos, viveu um rei muito nobre, chamado Uther-Pendragon, que se tornou Senhor Supremo de toda a Britânia.' E então, ao longo de 1.030 páginas, construiu a versão definitiva da lenda arturiana em língua inglesa: Arthur puxa a espada da bigorna com 'maravilhosa suavidade', recebe Excalibur do braço revestido em samito branco que emerge do lago, vê Guinevere pela primeira vez e sente que o coração 'parece estar inteiramente tomado por amor'. Depois vêm Launcelot — 'o mais nobre de espírito, o mais belo de semblante e o mais corajoso de coração' —, Tristram e Isoult bebendo a poção do amor no mar, Percival em busca do Graal, Galahad sentando-se no Assento Perigoso, a última batalha onde Arthur chora sobre doze mil mortos, e a barca partindo para Avalon ao luar. Esta edição reúne, pela primeira vez no Brasil, a tetralogia completa em volume único de capa dura — o trabalho de uma vida inteira de um homem que agradeceu a Deus por lhe conceder tempo de terminá-lo.

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Preço R$ 279,90
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Publicado julho de 2025
Páginas 1030
ISBN 9786583290045

Sinopse editorial

Volume único de 1.030 páginas reunindo a tetralogia completa de Howard Pyle — escritor e ilustrador americano que, entre 1903 e 1910, dedicou os últimos sete anos de sua vida a reconstituir toda a saga arturiana. O primeiro livro, A História do Rei Arthur e Seus Cavaleiros (1903), narra a ascensão de Arthur — o jovem que puxa a espada da bigorna com 'maravilhosa suavidade e facilidade', recebe Excalibur da Dama do Lago e conquista Guinevere, 'a mais formosa dama que o mundo já contemplara'. O segundo, A História dos Campeões da Távola Redonda (1905), apresenta Launcelot — 'o mais nobre de espírito, o mais corajoso de coração' —, a tragédia de Tristram e Isoult — 'prefiro estar triste contigo do que feliz com outro' — e a busca de Percival. O terceiro, A História de Sir Launcelot e Seus Companheiros (1907), aprofunda o cavaleiro dividido entre amor proibido e lealdade, inclui sua loucura na floresta e o nascimento de Galahad — 'a flor de toda a cavalaria, o cavaleiro absolutamente destemido'. O quarto e último, A História do Graal e o Fim do Rei Arthur (1910), culmina na conquista do Graal por Galahad, na última batalha onde Arthur chora sobre doze mil mortos e pergunta 'O que é a minha vida agora?', e na partida para Avalon ao luar — 'retornarei à Britânia, e ninguém saberá do meu retorno'. Pyle encerrou a obra agradecendo a Deus por lhe conceder vida para terminá-la — morreu no ano seguinte, em 1911, aos 58 anos.

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Volume Único — Capa Dura

Volume Único — Capa Dura

1.030 páginas em capa dura reunindo a tetralogia completa de Howard Pyle: A História do Rei Arthur e Seus Cavaleiros (1903), A História dos Campeões da Távola Redonda (1905), A História de Sir Launcelot e Seus Companheiros (1907) e A História do Graal e o Fim do Rei Arthur (1910).

  • ISBN 978-6583290045
  • Capa dura
  • 1.030 páginas
  • 4 livros completos
Investimento R$ 279,90
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A História do Rei Arthur e seus Cavaleiros

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“Finalmente a saga do Rei Arthur escrita pelo Howard Pyle lançada de forma completa. Excelente compra. Só faço uma ressalva quanto à diagramação: em todas as folhas há um preenchimento nas margens que na minha opinião acaba 'poluindo' as páginas. Mas nada que de fato retire a qualidade da edição.”
Leitor Amazon Compra verificada
Leitor Amazon ★★★★★

Quem gosta de boas histórias vai se deliciar. A narrativa prende a atenção do início ao fim.

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“Não havendo ninguém para deter o jovem Arthur, ele saltou sobre o bloco de mármore e pôs as mãos sobre o punho da espada. Ele curvou o corpo e puxou a espada com grande força, e eis que ela saiu da bigorna com maravilhosa suavidade e facilidade. Arthur segurou a espada em sua mão, e ela lhe pertencia.”

Howard Pyle, A História do Rei Arthur e Seus Cavaleiros (1903)

Roteiro de leitura

Do primeiro contato com a obra ao desfecho narrativo, um itinerário claro para leitura progressiva.

Livro I

A Ascensão de Arthur (1903)

Arthur puxa a espada da bigorna com 'maravilhosa suavidade', conquista o reino com Merlin e Ulfius, recebe Excalibur do braço que emerge do lago, vê Guinevere e declara a Merlin: 'creio que ela é a mais bela de todas as damas do mundo'. Inclui as aventuras de Sir Pellias, Sir Gawaine e a traição de Vivien contra Merlin.

Livro II

Os Campeões da Távola Redonda (1905)

Launcelot — 'o mais nobre de espírito, o mais belo de semblante e o mais corajoso de coração entre todos os cavaleiros que já viveram'. Tristram e Isoult bebem a poção do amor — 'prefiro estar triste contigo do que feliz com outro'. Percival descobre sua vocação. Pyle reflete: 'um homem não precisa da cerimônia do accolade para se tornar um verdadeiro cavaleiro aos olhos de Deus.'

Livro III

Launcelot e Seus Companheiros (1907)

Launcelot viaja na carreta dos condenados e declara: 'a dignidade cavalheiresca não depende do modo como um cavaleiro viaja.' A história de Sir Gareth, a tragédia de Elaine a Justa, a loucura de Launcelot na floresta — e o nascimento de Galahad, 'a flor de toda a cavalaria', profetizado por Merlin como aquele que traria o Santo Graal de volta à Terra.

Livro IV

O Graal e o Fim de Arthur (1910)

Galahad senta-se no Assento Perigoso — 'tu és a glória suprema de todo o meu reinado.' O Graal irradiava 'como a luz do sol — tão esplêndido e refulgente que mal podiam olhá-lo.' A última batalha mata doze mil homens. Arthur chora lágrimas salgadas e parte na barca para Avalon: 'vou viver em Avalon; e após muitos anos retornarei à Britânia, e ninguém saberá do meu retorno.'

Por que esta é a edição arturiana definitiva

Howard Pyle (1853–1911) passou os últimos sete anos de sua vida escrevendo estes quatro livros. Quando terminou, escreveu: “Agradeço a Deus por ter poupado minha vida para terminar esta obra, e espero que Ele a poupe ainda mais, para que eu realize outros trabalhos que desejo empreender. Mas teria sido um grande pesar para mim deixar estes livros inacabados.” Morreu um ano depois, em Florença. A tetralogia é seu testamento literário — e a versão arturiana que moldou toda a fantasia moderna, de Tolkien a Dark Souls.

Este volume único de 1.030 páginas em capa dura reúne, pela primeira vez no Brasil, os quatro livros completos em tradução direta:

  • A História do Rei Arthur e Seus Cavaleiros (1903): Da espada na bigorna a Excalibur, de Merlin a Guinevere — a fundação do reino.
  • A História dos Campeões da Távola Redonda (1905): Launcelot, Tristram e Isoult, Percival — os cavaleiros que deram vida à corte.
  • A História de Sir Launcelot e Seus Companheiros (1907): A carreta dos condenados, a loucura na floresta, Elaine, o nascimento de Galahad.
  • A História do Graal e o Fim do Rei Arthur (1910): Galahad conquista o Graal, a última batalha, Arthur parte para Avalon.

Livro I — A espada, Excalibur e a rainha

O primeiro volume abre com a morte de Uther-Pendragon e o nascimento de Arthur, entregue por Merlin aos cuidados de Sir Ector. O jovem cresce sem saber quem é — até o dia em que, sozinho na catedral enquanto todos assistem ao torneio, encontra a bigorna sem guardas:

Não havendo ninguém para deter o jovem Arthur, ele saltou sobre o bloco de mármore e pôs as mãos sobre o punho da espada. Ele curvou o corpo e puxou a espada com grande força, e eis que ela saiu da bigorna com maravilhosa suavidade e facilidade. Arthur segurou a espada em sua mão, e ela lhe pertencia.

Pyle então acrescenta uma das suas reflexões narrativas típicas — observações filosóficas que elevam o texto acima do simples reconto:

Pois ele não sabia o que fizera ao retirar aquela espada da bigorna, nem sabia das grandes coisas que daquele pequeno ato viriam a surgir. Assim é neste mundo: às vezes, um homem demonstra ser digno de um grande e honroso destino, e, no entanto, em sua humildade de espírito, permanece completamente alheio ao fato de que é merecedor de tal destino.

Depois vem Excalibur — a verdadeira espada, não a da bigorna. Merlin leva Arthur até o lago sagrado:

Quando o Rei Arthur alcançou a margem do lago, avistou o milagre de que Merlin lhe falara. Pois, vede! no meio das águas surgiu a visão de um braço belo e gracioso, como o de uma mulher, inteiramente revestido em samito branco. Braceletes de ouro adornavam o braço, e a mão segurava uma espada de feitura tão maravilhosa que nenhum olho jamais vira algo semelhante.

E então Guinevere aparece — e Arthur confessa a Merlin em palavras que condensam toda a vulnerabilidade do rei:

— Merlin, creio que a Lady Guinevere é a mais bela de todas as damas do mundo. Por isso, meu coração parece estar inteiramente tomado por amor por ela, de tal maneira que penso nela continuamente durante o dia — seja enquanto como, bebo, caminho, descanso ou trato de meus negócios — e sonho com ela muitas vezes à noite.

O primeiro livro inclui ainda as aventuras de Sir Pellias, Sir Gawaine e a história da traição de Vivien contra Merlin — o encantador encerrado para sempre em sono de pedra.

Livro II — Os três campeões: Launcelot, Tristram e Percival

O segundo volume abre com Pyle dirigindo-se diretamente ao leitor:

Pois, a partir de agora, tratarei das façanhas de outros valorosos cavaleiros. Entre elas, creio que encontrarás especial deleite nas narrativas sobre as proezas de um grande cavaleiro que, em todos os aspectos, foi o mais nobre de espírito, o mais belo de semblante e o mais corajoso de coração entre todos os cavaleiros que já viveram — excetuando-se apenas seu próprio filho, Galahad.

E então defende Launcelot com lucidez moral:

Se Sir Launcelot do Lago, em algum momento, falhou em sua conduta, quem neste mundo poderá dizer: “Jamais cometi um erro”? E se ele, porventura, ofendeu mais de uma vez, quem terá a ousadia de declarar: “Nunca cometi uma ofensa”? O que torna Launcelot singularmente querido por todos é o fato de ele não ser diferente dos outros homens, mas semelhante a eles — tanto em suas virtudes quanto em suas fraquezas.

A história de Tristram e Isoult culmina na cena da poção de amor — um dos diálogos mais devastadores de toda a literatura arturiana:

— Tristram, beberás de uma poção comigo?

Ele respondeu:

— Sim, senhora, mesmo que haja morte nesta poção.

Ela replicou:

— Não há morte, mas algo muito diferente.

Quando o efeito da poção toma posse deles, Tristram percebe o que aconteceu:

— Isoult! Isoult! O que fizeste a nós dois? Não bastava que eu estivesse infeliz, mas escolheste também ser infeliz?

Lady Belle Isoult, entre lágrimas e um sorriso, olhou para ele e disse:

— Não, Tristram; prefiro estar triste contigo do que feliz com outro.

No centro do livro, Pyle insere sua reflexão mais profunda sobre cavalaria — dirigida não aos cavaleiros do passado, mas ao leitor do presente:

Um homem não precisa da cerimônia do accolade ou do banho de cavalaria para se tornar um verdadeiro cavaleiro aos olhos de Deus. Tampouco necessita que um rei mortal toque seu ombro com uma espada para integrá-lo à gloriosa companhia dos maiores heróis de que se tem notícia. Basta que ele se dedique a cumprir seu dever com retidão, sem jamais buscar recompensa ou reconhecimento, e demonstre em todos os momentos sua integridade e coragem.

Livro III — A carreta, a loucura e o nascimento de Galahad

O terceiro volume é o mais sombrio. Launcelot aceita viajar na carreta dos condenados — cena que ecoa Chrétien de Troyes mas que Pyle reescreve com ênfase no orgulho ferido e na dignidade reconquistada. Quando nobres zombam dele, Launcelot responde:

— Senhor, sem jactância, creio poder dizer que sou tão digno quanto qualquer um aqui presente. Quanto à falta de prestígio que me atribuem por viajar assim, posso afirmar que a aventura que empreendo é tão nobre que tornará digno qualquer homem que a realize, independentemente de como viaje.

E faz o voto:

— Para mostrar-vos que a dignidade cavalheiresca não depende do modo como um cavaleiro viaja, faço aqui meu voto: não montarei a cavalo até que minha busca esteja concluída; nem viajarei para esta aventura de outra forma que não seja nesta pobre carroça em que me encontro agora.

Guinevere defende Launcelot dos que riem:

— Ristes sem saber do que ris. Aquele cavaleiro não é motivo de zombaria, pois é, sem dúvida alguma, o mais valente de todos os que já usaram esporas douradas.

Depois vem a loucura — Launcelot enlouquece na floresta, é resgatado por Lady Elaine, e dela nasce Galahad. E é Merlin — despertando de seu sono de pedra pela última vez — quem profetiza:

— Eu, que te falo, sou Merlin. Há doze anos estou deitado em sono, encerrado em um cofre de pedra. Contudo, uma vez a cada seis anos, desperto por uma única hora. Este é meu momento de despertar.

E anuncia:

— O Santo Graal, perdido na Terra há tanto tempo, será trazido de volta. Sim, o tempo se aproxima; a hora chegou. Aquele que realizará a Busca deste Sagrado Cálice está prestes a nascer neste mundo. Proclamai também que, após o Graal ser recuperado, o fim da Távola Redonda estará próximo, e assim terminarão os dias desta cavalaria.

Galahad nasce — “a flor de toda a cavalaria; um cavaleiro absolutamente destemido, sem mancha de reprovação” — e a sombra do fim começa a cair sobre Camelot.

Livro IV — O Graal, a última batalha e Avalon

O volume final abre com a confissão mais humana de Pyle — sete anos de trabalho condensados em uma linha:

Muito nesta história é triste, mas muito não é; pois todos os finais são tristes, e o fim de qualquer herói é uma coisa triste de se contar; mas as façanhas e aventuras e conquistas de tal homem não são tristes. Assim se diz aqui que muito nesta história é triste, mas muito não é.

E:

Por sete anos estive escrevendo estes quatro livros, e neles coloquei o melhor que tenho a dizer sobre estas coisas. Se não gostares, então escrevi em vão; mas se gostares, então colocas o selo da tua aprovação sobre minha obra, e minha recompensa é plena.

Galahad chega a Camelot e senta-se no Assento Perigoso — o lugar à Távola Redonda que mata qualquer cavaleiro indigno. Arthur o recebe:

— Saudações, Sir Galahad! És a glória suprema de todo o meu reinado. Pois muitos mistérios e milagres aconteceram neste reinado, mas tua chegada é o maior milagre de todos.

A conquista do Graal é uma cena de luz pura:

Sir Galahad foi até a mesa e levantou o pano pelos cantos; e eis que debaixo dele estava o próprio Cálice Sagrado. E ele irradiava com uma luz que era como a do sol — tão esplêndido e refulgente — que mal podiam olhar para tamanha glória. E tão grande era aquela glória que iluminou todo o interior da catedral, como se a luz do sol tivesse irrompido naquele lugar.

Galahad, tendo cumprido sua missão, morre em paz — “Não resta nada pelo que eu deva viver. Que eu agora parta em paz” — e os que estavam ao lado viram sua alma ascender em glória.

Depois vem a catástrofe. Uma cobra sai de uma moita, um cavaleiro saca a espada para matá-la, e toda a trégua se desfaz. A batalha final dura do meio-dia até a noite:

Pois aquela foi a última e a maior batalha que o Rei Arthur já travou, e nela foram mortos doze mil cavaleiros, fidalgos e soldados rasos. Mas quando a noite desceu, o exército de Sir Mordred debandou e fugiu do campo, e o Rei Arthur ficou como vencedor daquela batalha.

Mas quando Arthur sentou em seu cavalo no meio do campo de batalha, chorou de tal maneira que as lágrimas escorriam em torrentes pelo seu rosto. Sim, ele provou aquelas lágrimas em sua boca e elas eram salgadas ao paladar.

Arthur, ferido de morte, pede que devolvam Excalibur ao lago e parte na barca com Morgana:

— Vou neste barco com minha irmã, a Rainha Morgana, para Avalon. Lá, no Vale de Avalon, viverei; e após muitos anos retornarei à Britânia, e ninguém saberá do meu retorno. Mas com esse retorno virão paz e tranquilidade. E a guerra cessará, e as artes da paz florescerão. Leva esta mensagem de volta ao mundo, pois agora parto; e assim, adeus.

E o barco desapareceu ao luar:

A barca tremeu e se moveu. E se afastou da margem; a princípio devagar, depois cada vez mais depressa, até desaparecer na luz da lua da noite. E por algum tempo Sir Bedivere a viu, e então já não tinha certeza de que a via, e então ela desapareceu na brancura do luar, e se foi de sua visão.

Pyle encerrou a obra no dia 16 de abril de 1910, em Wilmington, Delaware — e agradeceu a Deus mais uma vez:

Nenhum homem pode fazer melhor neste mundo: levar auxílio aos aflitos, comida aos famintos, e alívio da angústia aos que estão em desespero. E agradeço a Deus por ter me permitido completar esta obra, pois quando um homem dedica sete anos de sua vida para realizar um empreendimento, ele não sabe se viverá para completar aquilo que começou.

A prosa de Pyle: narrador medieval com coração moderno

O que distingue Pyle de todos os outros recontos arturianos é a voz narrativa. Ele interrompe a ação para falar diretamente ao leitor — sobre destino, sobre cavalaria, sobre o que significa viver com honra. Não é um acadêmico traduzindo; é um artista recriando, com a autoridade de quem domina tanto a palavra quanto a imagem.

Suas reflexões sobre Launcelot — “semelhante a nós, tanto em suas virtudes quanto em suas fraquezas” — transformam o cavaleiro de ícone em pessoa. Sua defesa da cavalaria cotidiana — “basta que se dedique a cumprir seu dever com retidão, sem jamais buscar recompensa” — fala a qualquer época. E seu epílogo, escrito um ano antes de morrer, é um dos textos mais comoventes da literatura em língua inglesa.

Para quem é este volume

  • Leitor que quer a saga arturiana completa em um só livro: da espada na bigorna à partida para Avalon, passando por Excalibur, Guinevere, Launcelot, Tristram, Isoult, Percival, Galahad e o Graal — 1.030 páginas sem cortes.
  • Fã de Tolkien, Lewis e fantasia moderna: Pyle é a fonte direta. A Quest, o companheirismo, o rei que dorme esperando a hora de voltar, o cavaleiro falho que se redime — tudo está aqui, na forma original.
  • Colecionador de edições premium: volume único de capa dura com a tetralogia completa — edição que não existe em nenhuma outra editora brasileira.
  • Pai, mãe ou professor: Pyle escreveu para jovens sem infantilizar. Cada capítulo funciona como história independente. A linguagem é elevada mas acessível — e os valores morais são genuínos, não decorativos.

Características do Livro

  • Coleção/Série: Rei Arthur de Howard Pyle (Tetralogia Volume Único)
  • Detalhes da edição: Capa dura
  • Tradutor: Christian Carnsen
  • Ano da edição: 2025

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