A fantasia além da guerra: comunidade e pertencimento em William Morris
Imagem de abertura: Walter Crane, em The Story of the Glittering Plain, Kelmscott Press, 1894, pp. 130–131. UNC Chapel Hill / Internet Archive; Wikimedia Commons. Reprodução histórica em domínio público; recorte e composição editorial Scriptoriando.
O que torna um povo digno de ser defendido? Entre a casa ameaçada dos Wolfings e a juventude sem fim da Planície Reluzente, Morris pergunta quanto vale uma vida quando seus vínculos deixam de importar.
Há uma proteção que arruína o homem protegido. Em A Casa dos Wolfings, Thiodolf recebe uma cota capaz de preservá-lo no combate. Quando a veste, porém, perde justamente o que o tornou necessário aos seus: a capacidade de estar presente, reconhecer a urgência da batalha e agir com os companheiros. Em A História da Planície Reluzente, Hallblithe chega a uma terra que oferece algo ainda maior: juventude renovada, abundância, a promessa de escapar à morte. Para permanecer feliz ali, teria de aceitar que o amor e a casa que procura já não decidissem seu destino.
Os dois romances aproximam a salvação de uma forma de perda. A armadura e a terra maravilhosa têm poderes diferentes, pertencem a enredos diferentes e não são peças intercambiáveis de uma alegoria. Mas permitem formular uma pergunta comum: o que resta de alguém quando se conserva sua vida e se desfaz o mundo de relações que a tornou sua?
Essa pergunta muda o sentido da guerra em Morris. Antes de perguntar quem vencerá, precisamos saber o que a vitória deve preservar. Um povo merece ser defendido apenas porque é o nosso? Porque descende dos mesmos antepassados? Porque canta as mesmas canções? Ou a legitimidade de defendê-lo depende também da vida que oferece, de como distribui a liberdade e de quem admite à mesa?
Este ensaio comenta os desfechos dos dois romances.
Aquilo que vem antes da espada
O primeiro capítulo de Wolfings demora-se numa casa. Há pilares, lareiras, mesas, lugares de dormir, tecidos com histórias figuradas, instrumentos de trabalho. O narrador distingue cuidadosamente o salão das assembleias realizadas ao ar livre: o lugar de comer e conversar não absorve todos os lugares de decisão. Na extremidade oposta ao estrado ficam os teares. Em torno do edifício há oficinas e outras habitações. A sociedade aparece como uma disposição de espaços, tarefas e encontros antes de aparecer como força militar.
No capítulo seguinte, a notícia da guerra interrompe uma tarde de verão. Gente livre e gente servil ouvem histórias, dançam, conversam; crianças brincam com os cães. A colheita ainda é uma promessa. O alarme ganha peso porque corta essa continuidade. A batalha que virá ameaça coisas precisas: o trabalho em andamento, a convivência, o alimento futuro. A vida comum não serve apenas para que conheçamos as vítimas antes do perigo; fornece a medida pela qual podemos julgar o combate.1
É também por isso que o retorno à casa importa tanto. No fim, o salão precisa ser salvo do incêndio e novamente habitado. O lugar em que os romanos pretendem queimar prisioneiros volta a acolher os vivos e seus mortos. A vitória não cria o valor da casa: procura restituir condições para que aquele valor continue existindo.
May Morris percebeu esse eixo ao comentar os primeiros romances em William Morris: Artist, Writer, Socialist. Na página 509, aproxima o amor à tribo e à parentela do sacrifício da felicidade pessoal; observa ainda a camaradagem que atravessa o tom melancólico de Wolfings. Seu testemunho ajuda a reconhecer a gravidade do vínculo. A leitura, contudo, ganha força quando não passa depressa demais pela felicidade que se sacrifica. Alguém a perderá de fato.2
O preço de preservar Thiodolf
Wood-Sun quer impedir a morte do homem que ama. O romance não torna incompreensível esse desejo. Na conversa decisiva, ela sofre, hesita, admite o engano. Hall-Sun, filha dos dois, não a enfrenta como se corrigisse um erro abstrato: ajoelha-se junto dela, é acariciada, chora. Há uma família nessa cena, atravessada por deveres que não cabem numa solução sem perda.
A cota produz algo mais terrível do que uma falha tática. Thiodolf descreve o estado em que os outros se tornaram aparências sem realidade própria. Diz: “within me was the world and nought without me” — “dentro de mim estava o mundo, e nada fora de mim” (Wolfings, cap. XXVI; tradução de trabalho para este ensaio). Até a mulher amada cabe nesse fechamento como parte dele. A proteção não conserva intacto o herói: transforma a relação com tudo o que está fora de seu corpo.
Quando recupera a lucidez, Thiodolf enumera aquilo que pretende tornar possível: caça de inverno, semeadura, feno, colheita, repouso, festas em que a memória dos antepassados se liga aos dias futuros. Sua decisão se apoia numa reciprocidade. Aqueles que agora precisam de ajuda já o ajudaram; a comunidade fez dele a pessoa capaz de socorrê-la. Não se trata simplesmente de colocar uma coletividade impessoal acima de um indivíduo autossuficiente. A própria autonomia do herói nasceu entre os outros.
Thiodolf vai além: mesmo diante da afirmação de Wood-Sun de que não pertence àqueles homens pelo sangue nem pela adoção, responde com a vida que compartilhou com eles. E é por essa pertença que se reconhece ligado aos demais povos da Terra, inclusive aos inimigos que suas armas ferirão. A fidelidade à casa não apaga inteiramente o parentesco humano com quem está do outro lado.3
Isso não faz de sua morte uma solução confortável. Wood-Sun continua a perder o amado. O velho Asmund, diante do corpo de Thiodolf, tenta falar e não consegue; senta-se na beira do esquife e chora. A voz celebratória só vem depois. Entre o cadáver e a canção, Morris preserva o momento em que a linguagem falha. A memória comunitária pode dar continuidade a uma vida, mas não devolve o homem que deixou de andar pela casa.
Também seria insuficiente chamar Wolfings de romance simplesmente contrário à guerra. Morris conhece e explora o fascínio do combate: armas, movimentos, coragem, triunfo. Phillippa Bennett situa essa energia entre a atração pelo heroísmo revolucionário e a desconfiança de Morris diante de revoltas violentas sem perspectiva. Seu estudo aproxima a militância socialista e os campos de batalha imaginados, sem confundir as condições de uma e de outros. A tensão histórica ajuda a ler a tensão do romance: a violência pode ser narrada como libertadora e, ao mesmo tempo, conservar sua brutalidade.4
Uma casa livre para quem?
O cuidado necessário com o sacrifício deve alcançar também a comunidade que o solicita. A Marca tem assembleias e solidariedade, mas tem thralls: pessoas em condição servil. O narrador as distingue dos homens livres, menciona origens ligadas à derrota em combate e descreve diferenças de equipamento militar. Embora o primeiro capítulo preveja a incorporação de alguns à parentela, a distinção permanece. No banquete final, servos, estrangeiros e prisioneiros romanos festejam fora do grande salão. A alegria alcança mais gente do que a igualdade.5
Esses detalhes impedem que a Marca seja convertida, sem resto, numa sociedade emancipada. O parentesco organiza a proteção, mas distribui posições. A descrição de corpos e ascendências mobiliza categorias étnicas que pertencem à imaginação histórica do século XIX; sua presença exige atenção, não uma adesão automática à voz do narrador. E a importância de Hall-Sun não dissolve as divisões de trabalho e de autoridade entre homens e mulheres.
Dustin Geeraert oferece um contexto útil ao examinar a chamada “democracia teutônica”: uma tradição de medievalismo vitoriano que buscava nas antigas comunidades germânicas e nas assembleias do Norte uma genealogia da liberdade. Nas páginas 21–23 de seu estudo, ele mostra como esse repertório ajuda a aproximar a Planície dos romances anteriores. Trata-se de uma construção intelectual pela qual Morris imaginava alternativas ao presente, não de uma descrição neutra e comprovada de sociedades antigas.6
Defender os Wolfings da conquista romana não exige declarar justa cada relação que existe entre eles. A ameaça externa é real no mundo do livro; as contradições internas também. Ler as duas coisas juntas permite que a pergunta norteadora permaneça exigente. A defesa de um povo pode ser legítima sem que todos os seus costumes se tornem exemplares.

A hospitalidade que não sabe ouvir
A Planície Reluzente, publicada em revista em 1890 e em livro em 1891, desloca o problema. Hallblithe sai de casa porque sua noiva, chamada Hostage no original, foi raptada. A busca o leva à Ilha do Resgate e depois à terra em que os velhos recuperam a juventude. O que à distância parece uma bênção torna-se, para ele, uma forma de cativeiro.7
A palavra pede precisão. A Planície não é um cárcere de paredes nuas, e seus habitantes não formam uma população uniformemente cruel. Eles hospedam Hallblithe, alimentam-no, oferecem companhia. Ele próprio imagina como seria alegre viver entre aquelas pessoas se a noiva estivesse a seu lado. O desejo de beleza, prazer e abundância permanece legítimo. O problema começa quando todos presumem saber, de antemão, o que deveria bastar para fazê-lo feliz.
O rei promete a mulher que o deseja e que deveria ser sua. Hallblithe entende que reencontrará a noiva; o destino preparado é a filha do soberano, enamorada de sua imagem num livro. O equívoco beneficia o poder. A fórmula generosa esconde uma troca: em lugar de reconhecer a escolha do visitante, o rei indica a escolha correta e espera seu consentimento.
Nos meses seguintes, Hallblithe percorre casas em busca de notícias. Recebe bondade, mas pouco conhecimento útil. Quando insiste, as pessoas se cansam. À urgência de alguém separado de quem ama, elas respondem com a convicção de que ali todos são felizes. Seu sofrimento parece um defeito de adaptação à felicidade geral. A companhia não consegue converter-se em escuta.7
Há uma diferença reveladora entre duas portas do romance. No início, Hallblithe convida três viajantes a comer, descansar e partir quando quiserem. Na fronteira da Planície, o guardião explica que sua incumbência é favorecer quem segue para o rei e deter quem se afasta. A hospitalidade da casa pressupõe a liberdade de ir embora; a do reino orienta todos os caminhos para um centro.8
Norman Talbot chama atenção para o poder do rei e para a ligação entre o reino agradável e os saqueadores. Isso ajuda a evitar uma oposição simplista entre uma ilha violenta e uma terra inocente: as ordens que governam a aventura circulam entre ambas. Também ajuda a distinguir o governante dos súditos, que podem oferecer amizade verdadeira sem entender o sistema a que obedecem. A leitura política nasce dessas relações narrativas; não exige transformar cada personagem numa personagem histórica disfarçada.9
Fazer um barco, recuperar um caminho
Se o problema fosse apenas escolher entre prazer e austeridade, a saída de Hallblithe poderia parecer uma lição de renúncia. Morris complica essa alternativa. Nas montanhas, quase morto, o herói recebe alimento dos três viajantes que antes passaram por sua casa. Eles querem entrar na terra da qual ele tenta escapar. A divergência não impede o auxílio: compartilham provisões escassas; Hallblithe ajuda-os a alcançar o destino. A relação funciona precisamente onde os desejos não coincidem.8
Mais tarde, ele decide construir um barco. O impulso reúne lembrança e imaginação: versos associados à madeira entalhada de sua cama, em casa, e um sonho com o livro da filha do rei. A imagem que participara de seu aprisionamento reaparece como possibilidade de partida. A arte não tem uma única função moral fixada de antemão; importa o que ela permite fazer.
O trabalho do barco tampouco se realiza fora de todas as relações. Hallblithe pede madeira já seca, para evitar a demora do preparo; os moradores oferecem peças, pregos e transporte. Dão-lhe provisões quando chega o momento de navegar. Em compensação, não compreendem por que ele trabalha com tamanha obstinação e, salvo o fornecimento do que pede, deixam-no trabalhar sozinho. Alguns acreditam que voltará ao anoitecer. A generosidade material convive com uma incapacidade de acompanhar seu propósito.10

É aqui que o pensamento social de Morris ilumina o romance sem substituí-lo. Em Useful Work versus Useless Toil, de 1884, o autor recusa a ideia de que todo trabalho seja bom por si. O trabalho digno deve trazer a esperança do descanso, de um resultado que valha a pena e de prazer na própria atividade. Memória e imaginação participam do fazer. Essa distinção permite entender por que construir o barco devolve ânimo a Hallblithe: seu esforço voltou a ter uma direção que ele reconhece como sua.11
Não há, portanto, necessidade de condenar o repouso da Planície. O próprio Morris o inclui entre os bens pelos quais se trabalha. O que falta a Hallblithe é a possibilidade de ligar prazer, ação e relações escolhidas. A felicidade oferecida perde o sentido quando depende de que ele desista de decidir a que e a quem sua vida responderá.
Voltar com alguém que antes era inimigo
O regresso poderia apenas confirmar que o melhor lugar sempre fora a casa natal. Mas Hallblithe volta acompanhado de Puny Fox, o homem que o enganara. A história deles passa pela desconfiança, pelo auxílio e pelo risco compartilhado. Na chegada, Fox pede como recompensa que o façam membro da parentela. Hallblithe o reconhece como irmão de armas; a comunidade o incorpora num rito público.
O gesto alcança outras pessoas. Das seis mulheres que viajam com eles, quatro desejam tornar-se irmãs da casa; duas pedem para voltar às suas próprias parentelas e são enviadas de volta com honra. São soluções distintas para desejos distintos. A reparação não exige que todas sejam absorvidas pelo mesmo destino.12
Essa abertura tem limites. Antes do retorno, Hostage lembra que Fox também participara de seu engano. O leitor não precisa esquecer sua objeção porque Hallblithe já o perdoou. E o desfecho ainda define o casamento pela continuidade da casa e pela geração de filhos. A comunidade ampliada conserva estruturas e valores que o romance não submete inteiramente à revisão.
Há ainda um preço menos ruidoso: depois da incorporação, Fox esquece o saber que recebera dos antigos, deixa de ser mago e se torna como os demais homens. O narrador não atribui essa perda a uma exigência da comunidade. Ainda assim, o detalhe impede que leiamos sua chegada apenas como acréscimo: alguma coisa do estrangeiro também desaparece quando ele passa a pertencer.12
A advertência de Ingrid Hanson é útil aqui: os romances tardios de Morris não dissolvem necessariamente as tensões entre desejo individual e identidade comum numa harmonia final. Seu estudo permite resistir à tentação de dar por resolvido tudo aquilo que o casamento e a festa parecem reunir.13 Podemos reconhecer o avanço de um vínculo escolhido e, ao mesmo tempo, ouvir a voz de quem sofreu antes que a reconciliação fosse anunciada.
Ainda assim, há uma transformação concreta. Puny Fox pertence por uma história vivida com os outros e reconhecida por eles. O parentesco pode ser produzido, não apenas herdado. Essa possibilidade já existia na descrição da Marca; a Planície a transforma num acontecimento decisivo do retorno. A casa a que Hallblithe regressa torna-se capaz de acolher alguém que o primeiro olhar identificava como saqueador. Ela continua sendo a casa dos seus, mas o conjunto de pessoas abrangidas por esse “seus” mudou.
É nesse ponto que a leitura conjunta dos romances encontra sua resposta mais fecunda. Thiodolf precisa recuperar os vínculos que a proteção mágica apagava; Hallblithe precisa preservar seus vínculos contra um poder que pretende escolher em seu lugar. Um retorna ao combate, o outro faz um barco e regressa. Ambos obrigam a avaliar o que uma vida protegida ainda pode fazer, amar e reconhecer.
Um povo digno de ser defendido, nesses livros, começa a tornar-se visível muito antes da batalha: no alimento partilhado, no trabalho que produz um mundo habitável, na memória capaz de sustentar os vivos. Mas sua dignidade permanece em prova quando chega um estranho, quando alguém deseja partir ou quando uma pessoa ferida recusa a felicidade que lhe atribuem. A pergunta mais difícil não é quanto sangue uma comunidade consegue pedir. É quanta vida ela consegue oferecer — e a quem.
Notas e referências
As referências aos romances remetem às edições inglesas indicadas. A tradução da citação de Thiodolf é deste ensaio.
William Morris, The House of the Wolfings, caps. I–II. Project Gutenberg, nº 2885, transcrição de David Price a partir da edição Longmans, Green, 1904. Para incêndio, resgate e retorno, caps. XXIX–XXXI; a transcrição apresenta “XXI” no cabeçalho “Of Thiodolf’s Storm”, entre XXVIII e XXX.
voltarMay Morris, William Morris: Artist, Writer, Socialist. Oxford: Blackwell, 1936, pp. 508–509, especialmente p. 509. Fac-símile do trecho no William Morris Archive.
voltarMorris, The House of the Wolfings, cap. XXVI, sobretudo a conversa final entre Thiodolf e Wood-Sun; cap. XXXI para o pranto de Asmund.
voltarPhillippa Bennett, “Riot, Romance and Revolution: William Morris and the Art of War”, The Journal of William Morris Studies, 18.4, verão de 2010, pp. 22–35, especialmente pp. 28–30.
voltarMorris, The House of the Wolfings, caps. I–II e IV, sobre habitação, origem, tarefas e armamento dos thralls; cap. XXXI, banquete final.
voltarDustin Geeraert, “‘The land which ye seek is the land which I seek to flee from’: The Story of the Glittering Plain and Teutonic Democracy”, The Journal of William Morris Studies, 20.1, inverno de 2012, pp. 18–35, especialmente pp. 21–23.
voltarWilliam Morris, The Story of the Glittering Plain, caps. II e XII–XV. Project Gutenberg, nº 2565, transcrição de David Price a partir da edição Longmans, Green, 1913. Para a publicação em revista em 1890 e em livro em 1891, ver Geeraert, p. 24.
voltar 1 voltar 2Morris, The Story of the Glittering Plain, caps. I e XVI–XVIII: hospitalidade inicial, guardião da fronteira e auxílio entre os viajantes.
voltar 1 voltar 2Norman Talbot, “The First Modern ‘Secondary World’ Fantasy: Morris’s Craftsmanship in The Story of The Glittering Plain”, The Journal of the William Morris Society, 13.2, primavera de 1999, pp. 3–11, especialmente pp. 8–9.
voltarMorris, The Story of the Glittering Plain, cap. XIX, “Hallblithe Builds Him a Skiff”.
voltarWilliam Morris, Useful Work versus Useless Toil, 1884, particularmente os parágrafos iniciais que distinguem as três esperanças do trabalho digno. Texto digital sem paginação.
voltarMorris, The Story of the Glittering Plain, cap. XXII, “They Go from the Isle of Ransom and Come to Cleveland by the Sea”.
voltar 1 voltar 2Ingrid Hanson, “Morris’s Late Style and the Irreconcilabilities of Desire”, The Journal of William Morris Studies, 19.4, verão de 2012, pp. 74–84, especialmente pp. 74–76 e 80–82.
voltar
Comentários
Gostou desta crônica? Escolha sua rota editorial
Em vez de assinar uma newsletter genérica, entre na trilha que mais conversa com seu repertório: Arthuriana, fantasia fundadora ou o mapa geral da casa.
Arthuriana
Entre pela matéria da Bretanha, pelas crônicas fundadoras e pela rota do Graal sem se perder em Camelots genéricos.
Receber a rota Arthuriana
Deixe seu e-mail para receber próximos passos, portas de entrada e mensagens alinhadas a esta trilha.
Manuscritos Mencionados
Entrada relacionada
A Casa dos Wolfings
Entrada relacionada
A História da Planície Reluzente
Entrada relacionada
A Terra Oca e Outros Contos
Leia também
Crônicas conectadas a este texto
Quando A Casa dos Wolfings voltar a cantar
Um ensaio sobre o retorno de William Morris em português: o heroísmo comunal de Thiodolf, a forma cerimonial do romance, o prefácio de Reinaldo José Lopes, a arquitetura da edição e a trilha sonora como extensão da experiência editorial.
11 de mar. de 2026
Por que ler A Casa dos Wolfings hoje?
De onde veio a fantasia que amamos? Antes de Tolkien, William Morris já reunia floresta, conselho, herói sacrificial e prosa-verso num romance de 1889 que continua vivo. Um mapa de leitura para quem quer conhecer A Casa dos Wolfings.
10 de mar. de 2026
O Fascinante Mundo da Alta Fantasia: Origens, Clássicos e Definição do Gênero
Descubra como a Alta Fantasia nasceu das mitologias antigas, foi moldada por William Morris, E.R. Eddison e Tolkien, e continua a evoluir na literatura contemporânea.
8 de out. de 2024
Carregando comentários…