Coleção temática

Trilha de leitura

Trilha Arthuriana

Da porta de entrada moderna às fontes mais antigas — a lenda do Rei Arthur desde a recriação ilustrada de Pyle até as raízes celtas, as crônicas latinas e os ecos do amor cortês.

Obras publicadas

5

Em curadoria

1

Etapas da trilha

6

Em curadoria

Próximos na trilha

Obras em análise que farão parte desta coleção quando publicadas.

Em revisão Em consolidação

As Crônicas Ancestrais do Rei Arthur — tomo III

Robert de Boron, Trilogia do Graal e Vita Merlini

O tomo em que a matéria arturiana deixa de ser apenas crônica régia ou romance cortês e se reorganiza como história sagrada: o Graal ganha origem cristã explícita, Merlim se torna eixo providencial do ciclo e a linhagem que vai de José de Arimateia a Perceval passa a sustentar toda a arquitetura espiritual do mito.

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Mapa curatorial

O fio desta trilha

Contexto editorial para entender por que essas obras conversam entre si e qual percurso de leitura faz mais sentido para começar.

A Trilha Arthuriana conduz o leitor pelo universo do Rei Arthur — da porta de entrada mais acessível até as fontes mais antigas e eruditas da lenda.

  1. A História do Rei Arthur e seus Cavaleiros (Howard Pyle) — a porta de entrada ideal: uma recriação moderna, ilustrada e envolvente que apresenta a lenda completa — da ascensão de Arthur ao fim da Távola Redonda — em linguagem acessível ao leitor contemporâneo.
  2. O Mabinogion — as raízes celtas galesas da lenda, anteriores a qualquer versão francesa ou latina; contos místicos e arcaicos que revelam o substrato mais antigo do imaginário arturiano.
  3. Crônicas Ancestrais — Tomo I (Geoffrey of Monmouth) — a matéria-prima histórica e pseudohistórica que forjou a tradição: os textos latinos fundacionais de Geoffrey, Nennius e os Annales Cambriae.
  4. Crônicas Ancestrais — Tomo II (Chrétien de Troyes) — os romances que transformaram a crônica em literatura: Érec, Cligés, Yvain e Lancelot inauguram o amor cortês e a cavalaria errante na tradição arturiana.
  5. Lais de Marie de France — narrativas curtas do séc. XII que tangenciam o universo arturiano com motivos feéricos e de amor cortês; não tratam da lenda em si, mas dialogam com ela — especialmente pelo lai de Lanval.
  • As Crônicas Ancestrais do Rei Arthur — Tomo III — a virada providencial do ciclo: Robert de Boron, o Pequeno Ciclo do Graal e a centralidade de Merlim reorganizando o universo arturiano já aberto pelos tomos anteriores.

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Cada coleção é uma jornada diferente pela literatura antiga e fantástica.